A quantidade de veículos em exposição é muito grande, tornando impossível colocar fotografia de todos, mas aqui vai uma pequena amostra da qualidade dos carros que estavam no evento:
O magnífico e raro Cord L - 29, de 1932.
Cascatinha esquentando a maquina...
Esse Rancheiro veio da Bahia rodando, em um comboio de 15 veículos.
Uma pausa para um chopp e um lanche...
Recriação bem montada de um dos Renault Gordini da Equipe Willys de Competições.
Magnífico esse Isotta Fraschini !
Animado bate papo com José Augusto Sampaio(Cascatinha) e Tiago Songa, curtindo o visual do lago com esse belo Coupé de competição.
Jorginho Cirne, maior colecionador da Bahia e atual presidente do ACS - Automóvel Clube de Salvador, com sua mais nova aquisição, um belíssimo Corvette 1959.
O PUMA GT ESPARTANO Nº 0001 :
O antigo Logo do ACS - Automóvel Clube de Salvador, presente no para brisa do famoso felino..
Jorge Cirne, Mauricio Castro Lima, Sérgio Campos e José Augusto Sampaio.
oldraces.blogspot.com
Fotografias utilizadas: Mauricio C. Lima,Daniel de Castro Lima,Sérgio Campos, Jorge Cirne, José Augusto Sampaio, Antonio Carlos Gouveia, TV Comboio, fotografias oficiais do 8º EBAA 2023.
Visual da sexta feira, esse "Fordinho" estava pelas ruas.
Encontro com o amigo Sérgio Campos e o Puma 0001.
Uma pausa para um cafezinho e uma torta de maçã no Carmelo's, muito bom..!!
Muito frio, hora de ir para o hotel, amanhã tem mais...
oldraces.blogspot.com
Fotografias utilizadas: Mauricio C. Lima, Daniel de Castro Lima,Sérgio Campos, Jorge Cirne, José Augusto Sampaio, Antonio Carlos Gouveia, TV Comboio, fotografias oficiais do 8º EBAA 2023.
Como já vimos anteriormente aqui no blog, a história das corridas automobilísticas ficou imortalizada nos belos quadros de alguns artistas que se especializaram em retratar em pintura documental, a evolução das maquinas e das competições ao longo dos anos, desde os primórdios até os dias atuais.
Desta vez mostraremos um pouco dos belíssimos trabalhos de Juan Mendez, envolvendo estas magníficas invenções do homem, que foram os automóveis e as corridas !
MATERIAL UTILIZADO: Imagens de pinturas de Juan Mendez, compartilhadas de fineartamerica.com
Copyright - Juan Mendez
Caso os detentores dos direitos autorais das imagens aqui mostradas, não concordem com a utilização das mesmas, favor entrar em contato pelo e-mailm.castrolima.arq@gmail.com, que serão excluídas.
Jim Clark no GP de Mônaco, em uma das suas atuações brilhantes antes do carro quebrar...
O escocês Jim Clark na nossa opinião, é um dos maiores pilotos da história do automobilismo, um nome que junto com Juan Manuel Fangio, Ayrton Senna e Michael Schumacher, foram respectivamente os melhores de sua época!
Clark era de um tempo onde os pilotos foram mais versáteis e competiam simultaneamente em várias modalidades do esporte a motor, tais como Formula 1, Formula 2, Turismo, Rallyes, Protótipos (corridas de resistência tipo 24 Horas de Le Mans), Indianápolis, etc.., tendo sido o único piloto no mundo que conseguiu vencer o campeonato de Formula 1 e as 500 Milhas de Indianápolis no mesmo ano, em 1965, tendo com isso se ausentado do GP de Mônaco daquele ano pois era tradicionalmente no mesmo final de semana que as 500 milhas.
Em 1965 Clark não correu no GP de Mônaco de Formula 1, pois estava nos EUA participando e vencendo as 500 Milhas de Indianápolis.
Vale lembrar que outros pilotos como Graham Hill, Mario Andretti, Emerson Fittipaldi e Jacques Villeneuve também conseguiram o mesmo feito, mas não no mesmo ano.
Jim Clark na Formula 1 sempre correu pela Lotus e foi no auge de sua carreira, pilotando um carro desta marca, que ele morreu no dia 7 de abril de 1968 no circuito de Hocknheim, em uma prova de Formula 2.
No ano de seu falecimento os feitos alcançados pelo escocês eram impressionantes, foi por duas vezes campeão mundial, tendo corrido 72 vezes na F1 com 25 vitórias e 33 poles, o que era um recorde absoluto na época, batendo as 24 vitórias e 25 poles de Fangio.
Em 7 de abril de 1968, Jim Clark faleceu neste trágico acidente em uma prova de Formula 2.
Uma curiosidade marcante na carreira de Jim Clark na F1, foi o azar que o mesmo tinha em Mônaco, tendo abandonado todas as corridas que participou, por falha mecânica, apesar de ter largado na pole em quatro ocasiões, como podem ver pelo quadro abaixo:
Jim Clark em foto comemorativa de uma das suas 4 pole positions no GP de Mônaco na década de 60.
Abaixo, apenas como ilustração, está um trecho de uma matéria publicada no site GP Total, onde faz uma referência ao constante azar de Clark no GP de Mônaco:
porMárcio Madeiraem
O Campeonato Mundial teve início em Mônaco, única prova do ano na qual esperava-se que os esguios carros ainda equipados com motores menores do que permitia o novo regulamento pudessem andar tão bem quanto seus pares mais musculosos. E, de fato, Clark tratou de confirmar tal previsão ao assegurar uma exuberante pole position, dois décimos de segundo mais rápido que o não menos impressionante John Surtees, que vinha lutando heroicamente para se recuperar das terríveis sequelas de um fortíssimo acidente sofrido oito meses antes, em Mosport, que momentaneamente havia deixado um lado de seu corpo aproximadamente 10 centímetros mais curto do que o outro. O feito de Big John torna-se ainda maior quando observamos que ele guiava o modelo 312, equipado com o novo motor 3.0 V12, ao passo que a Ferrari havia entregado a Lorenzo Bandini um modelo 246 equipado com motor V6 de 2,4 litros, mais apropriado para as esquinas de Monte Carlo.
Na largada Jimmy mais uma vez pulou bem, mas dessa vez o azar que sempre o perseguia em Mônaco nem ao menos esperou a primeira curva para entrar em ação. O Lotus ficou preso em 1ª marcha, e quando a situação foi contornada o pole position já tinha todo o pelotão à sua frente.
Dando início a uma de suas irresistíveis recuperações, Clark já corria em sétimo na 10ª volta, a 38 segundos do líder Stewart. Passadas mais dez voltas ele já estava em quinto, colado em Bandini, Rindt e Hill, e quarenta giros mais tarde ele aparecia na quarta posição, apenas 25 segundos atrás de Jackie, que continuava na liderança. Na 61ª volta Jimmy superou Hill para assumir a terceira posição, e então foi novamente golpeado pela má sorte quando sua suspensão traseira colapsou. Enquanto esteve na pista, Clark não apenas foi sistematicamente o piloto mais rápido, como também realizou uma série de ultrapassagens no traçado mais improvável do calendário para este tipo de manobra.