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segunda-feira, 19 de maio de 2025
quarta-feira, 6 de março de 2024
6 de março - Agradecimento
Agradeço a todos os amigos que me felicitaram hoje pela passagem do meu aniversário, tanto pessoalmente como também por telefone, WhatsApp, e-mail ou pelas diversas redes sociais.
Muito obrigado e um grande abraço a todos !
Mauricio Castro Lima
oldraces.blogspot.com
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
Fusca , equipamentos e venenos
quinta-feira, 22 de junho de 2023
sábado, 22 de outubro de 2022
O Fusca censurado..!!
sábado, 8 de outubro de 2022
Para distrair um pouco...
Fotografias de vídeo do Tik Tok, @rl.van e Finnius The Skiniest.Com
oldraces.blogspot.com
quarta-feira, 22 de junho de 2022
quinta-feira, 19 de maio de 2022
Relíquias automobilísticas da PF
Em viagem a Brasília na semana passada estive na cerimônia de formatura dos novos policiais federais, onde havia uma pequena exposição de viaturas da Policia Federal, na qual as principais estrelas, foram três dos principais veículos produzidos pela indústria automobilística brasileira nas décadas de 60,70 e 80.
O Fusca, o Opala e a camionete Chevrolet Veraneio, também denominada anteriormente de C1416.
Os três automóveis expostos estão em perfeito estado de preservação, conforme podemos constatar pelas fotografias abaixo.
quinta-feira, 3 de março de 2022
Tenente Siegfried e os Pintacudas da Barra
Os "play boys" da Barra e adjacências eram conhecidos como "Os Pintacudas do Farol", em uma alusão ao ás do automobilismo internacional, Carlo Pintacuda.
Nos anos 60, na repressão aos pegas, a policia baiana utilizava ainda Rural Willys e Fusquinhas, que evidentemente tinham desempenho limitado para fazer frente aos carros preparados e velozes dos Pintacudas, porém a partir dos anos 70 a situação começou a mudar com a chegada das velozes Chevrolet Veraneio, (as Chebas) e com a criação do Pelotão Águia da PM, que utilizava velozes motocicletas de grande cilindrada.
Neste contexto entra em cena o então Tenente Siegfried Frazão Keysselt, que era o comandante do Pelotão Águia e também o terror do pessoal dos pegas!
Abaixo veremos o excelente texto escrito por Antonio Carlos Gouveia, onde o mesmo relata a relação de amizade que desenvolveu posteriormente com o já Coronel Siegfried e como o mesmo acabou vindo a participar do grupo dos Pintacudas que até os dias atuais ainda se encontram em animados bate papos automobilísticos...
Ao Tenente Siegfried (in memoriam)
Saudosos Anos 70.
O Farol da Barra (marco histórico de Salvador-Bahia) era o “playground”dos Playboys. Nos reuníamos todas as noites após a sessão de namoro, para um bate-papo sobre temas inesgotáveis. Uma balaustrada que insiste em permanecer ate hoje reavivando nossas agradáveis memórias de um tempo mágico, sem sombra de dúvida o melhor das nossas existências.
Fanáticos por carros - com o tempo fomos intensificando esse gosto até os dias atuais -invariavelmente nos agrupávamos sobre a tal muralha que aliás deu lugar a historias, estórias, lendas e causos que se perpetuam até hoje. Muitos afirmam que viram motociclistas andarem sobre ela, cuja largura não deve ter mais que trinta centímetros. O lado que dá para a praia deve ter algo em torno de oito metros de altura e uma alvenaria de pedras assustador. Uns afirmam que o autor da façanha foi Lolô. Para outros, foi Laurinho. Todos ases das duas rodas. Lendários comentários folclóricos.
A bela avenida que segue do Farol até o Cristo, era palco de desfile de máquinas reluzentes, ícones da indústria nacional, roncando sinfonias pelos canos de descarga, principalmente aos domingos a noite quando um imenso engarrafamento se formava no trecho e ninguém se atrevia a buzinar ou reclamar. Todos contribuíam para aquela bagunça orquestrada. Parar para falar com um amigo e travar o transito, era símbolo de prestigio, de popularidade. Dava status!
Playboy que se prezava cumpria o seguinte ritual. Domingo pela manha, praia de Plakafor; a tarde, lavar o carro com Baé no Dique do Tororó e a noite, desfilar na Barra, carro polido, rodas de magnésio espelhadas com kaol, toca-fitas tocando Berry White, gravado do Studio de AF Barros (saudoso Arthur) ou em Crezo. Por volta da meia-noite, após um pastel e refri no Porão Italia, do simpático Candinho, quando o fluxo do transito ia se findando, restavam no “Muro da Barra” os Pintacudas.
As resenhas eram sempre em torno das melhorias implantadas nas maquinas. Um carburador duplo, uma injeção eletrônica, uma mola da suspensão rebaixada, fustigavam as mentes deles e invariavelmente o assunto resultava num “pega”, um racha para tirar as duvidas. A noite não seria perfeita se não fechasse com chave de ouro.
Corre! Lá vem o Pelotão Águia.
Comandado pelo Tenente Siegfried, era um carreirão bonito, pra ninguém botar defeito. Cada um tomava seu rumo, e entocava sua máquina na garagem. Agora era torcer para que a noticia não chegasse aos ouvidos dos pais. Rapaz, esse Tenente Siegfried não deixa a gente quieto!
A imprensa não deixava por menos. Sentava o cacete! Esse Tenente Siegfried não aliviava. Não havia playboy que não temesse e respeitasse aquele “paladino da ordem pública”.
Passam-se os anos. Formei em Direito. Procurador do Município de Vera Cruz, vou ao Comando Geral da Polia Militar no Quartel dos Aflitos, numa missão que me fora confiada pelo prefeito daquele município. Deveria convidar o Comandante para uma solenidade.
Encaminhado ao gabinete, trajado de terno e gravata, me apresento àquela autoridade e formalizo o convite. Sobre a mesa, uma placa onde se podia ler: "Coronel Siegfried".
Não resisti... Perguntei:
-O Senhor por acaso é o Tenente Siegfried do Pelotão Águia dos anos 70?
Ele parou, me olhou e disse: - E o senhor é o pintacuda Gouveia dos pegas da Barra? Em seguida complementou com um comentário que hei guardar para sempre: - Não pense que eu não lhe pegava porque não conseguia. Na verdade, a minha intenção era fazer com que vocês fossem para suas casas. Acreditava naquela juventude, e hoje você me aparece mostrando que eu tinha razão. Infelizmente hoje, o comportamento dos jovens é bem diferente.
Resumindo o que se passou a partir desse encontro, nos tornamos amigos. Criamos um grupo dos “Playboys da Barra” e passamos a nos encontrar periodicamente. O Coronel Siegfried fez parte do grupo social e sempre foi para nós um motivo de satisfação, orgulho e respeito. Levou seu filho adolescente para conhecer a nossa historia, como forma de incentiva-lo em sua formação moral.
Um homem não deixa de existir enquanto for lembrado.
A.C.Gouveia
20/2/2022
Nota complementar:
No dia 20/2/2022, envolto em boas lembranças, desenhei essas palavras e as dediquei ao meu grande amigo Coronel Siegfried. Era algo que já planejava realizar desde quando ele nos deixou inesperadamente. Escrevi e guardei. Em 25/2, cinco dias depois, recebo a noticia de que havia sido inaugurado o Museu da Policia Militar cujo nome lhe prestava uma justa homenagem. Apesar da minha timidez, passei a encaminhar a alguns amigos comuns a nós e ao saudoso amigo. Minha singela homenagem!
oldraces.blogspot.com
Fotografia e texto original de Antonio Carlos Gouveia
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
Os complexos do Fusca...
terça-feira, 22 de junho de 2021
DIA MUNDIAL DO FUSCA
Nossa homenagem a todos que amam e preservam a história deste ícone do automobilismo mundial !
Old Races
segunda-feira, 22 de junho de 2020
domingo, 16 de fevereiro de 2020
CURIOSIDADES...
Anos 50 - Stirling Moss e Brigitte Bardot com o Formula 1.
Vera Fischer e o Ford Corcel.
Elvis Presley e o Rolls Royce.
Marilyn Monroe e o Pontiac.
Pelé e o Fusca.
Silvio Santos e a Rural Willys.
Amaury Junior e o Willys Interlagos.
Filmagens do seriado "Vigilante Rodoviário" com os Simca Chambord nos anos 60.
Bruce Lee em 1965.
Gary Cooper com o Duesemberg nos anos 30.
Brigitte Bardot e o Renault Caravelle.
Aprendendo a trocar o pneu do Simca Chambord.
Sucesso do Ford Corcel Bino nos anos 70.
Ana Maria Braga entrevistando o piloto Wilson Fittipaldi nos anos 70.
O presidente Itamar Franco inaugura a nova linha de montagem do Fusca Itamar...
Fotografias compartilhadas na Internet, sem indicação de direitos autorais.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
O último Fusca produzido no Brasil.
https://www.autoentusiastas.com.br/2018/01/o-ultimo-fusca-brasileiro/
https://www.autoentusiastas.com.br/2018/01/o-ultimo-fusca-brasileiro-parte-2-final/
domingo, 23 de junho de 2019
Dia mundial do Fusca
oldraces.blogspot.com
domingo, 20 de janeiro de 2019
DIA NACIONAL DO FUSCA
Uma imagem às vezes vale mais do que muitas palavras e esta aqui, sintetiza tudo que se poderia dizer sobre o FUSCA na data de hoje, quando se comemora no Brasil o seu dia.
Fotografia compartilhada de :
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
O Fuscão e o F5
O relato abaixo nos foi enviado por um amigo ex integrante da aviação e conta o incidente que houve em 1980 entre um caça F5 da Força Aérea Brasileira, que teve uma pane seca e foi obrigado a efetuar um pouso de emergência em uma rodovia e um Fuscão que trafegava pela mesma na hora do pouso.
O Fusca teve o teto amassado pelo trem de pouso do avião e graças a Deus ninguém se machucou, tendo o jato decolado posteriormente na mesma rodovia, após o reabastecimento e a devida manutenção.
"O ano é 1980. Imagine você dirigindo seu Fusca por uma simples estrada de terra. Alguns metros de pista e logo você chega na estrada principal, asfaltada, que o levará até a cidade. De repente um estrondo, um clarão, e um tranco enorme que te desnorteia a ponto de você não crer que na sua frente está um caça freando na pista que antes só tinha você e seu fuscão.
Consegue imaginar o susto? Pois foi isso que aconteceu na estrada que liga as cidades de Varginha e Paraguaçu, em Minas Gerais.Dois jatos F-5 voavam em missão de treinamento quando um deles precisou realizar o pouso em uma estrada próxima, por falta de combustível. As razões dessa falta de combustível são meio obscuras na história, mas fato é que não havia outra solução para o piloto do caça. Escolhida a pista, o piloto começa os procedimentos de pouso enquanto o outro avião envia as informações para a base, com o objetivo de já facilitar o trabalho que a equipe de solo, que futuramente teria que retirar o jato dali. Alinhado na estrada, o piloto começa a descida quando subitamente, do meio do nada, surge um Fusca! Naquela altura era impossível realizar qualquer manobra para evitar o iminente impacto entre o avião e o carro.Em questão de segundos o veículo foi atingido no teto pelo trem de pouso do avião, sentindo na sequência a força do vento deslocado pela turbina (o "jet blast"), aterrorizando o motorista. O avião não sofreu avarias e conseguiu completar o pouso.
A FAB apareceu com sua equipe de solo no outro dia para abastecer o avião, fazer as manutenções necessárias e colocar o F-5 para decolar dali mesmo, retornando para a base. Mas e o Fusca? Aí vem outro fato curioso da história. Diz a lenda que uma equipe da Força Aérea entrou em contato com o dono, buscando ressarcir os danos e, para espanto dos oficiais, a resposta do dono foi um sonoro "NÃO". Segundo ele, se o veículo fosse reparado, quem acreditaria na sua história?"
O Fusca com o teto amassado e seu proprietário.
O avião e os curiosos.























